Pega a minha mão.
Aproxima o teu do meu corpo, deita o teu calor em cima
da minha alma. Vem, aproxima-te, chega-te a mim.
Meu amor o tempo não espera.
Vem... saboreia os meus beijos.
Oferece-me a doçura teu corpo e eu cantarei uma serenata
sob o brilho das estrelas. Vem com as ondas do rio,
eu serei o verde da selva da nossa paixão,
eu serei o luar que do convés do nosso navio...
ilumina o nosso amor.
Pega a minha mão.
E no porto seguro do nosso destino vem refugiar-te
nos meus braços.
Vem meu amor. Sobe á mesma nuven que levou os meus beijos
e vem enxugaras lágrimas ao coração que te adora.
Vou deixar lá escrito,na infinidade dos meus sonhos,
que o tempo nunca mais pare para mim.
Ao cair da noite a lua beija-me a alma...
procurando minorar as saudades.Prometendo-me,
com mil sorrisos que em breve te abraçarei.
E no amanhã do nosso destino, quando tu ouvires o canto
das aves que saiem da selva e observares a graciosidade
da dança dos botos que nas aguas revoltas do rio deixam
mil pirilampos de cristal, lembrar-te-ás que aqui,
onde as mil juras de uma promessa por cumprir...
eu existo.
E, neste silêncio de palavras com sabor a saudade,
liberto-me da prisão dos sentidos e solto as amarras
das plavras que te escrevo para te dizer que te amo.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Eu existo
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