Tudo começou com uma mera brincadeira...um clikar. Tu lembras-te.
Um simples clik...a janela abriu e lá estavas tu. Um chat...uma palavra...um despertar.
A vida atropela-se de tal forma, que nos envolveu num turbilhão do qual nunca mais saimos.
E o clikar passou a ser um jogo que nos dominou a vida, a vida não de um personagem
de um filme, mas antes a vida de dois seres que souberam resistir...que souberam esperar...
que souberam amar.
Colocámos a alma...o coração e a vida...unimos o nosso destino. Tudo por um clikar.
O inicío de uma paixão...o começo de um amor...o traçar de um novo destino.
Depois veio o primeiro encontro. A conversa leve e insinuante, a troca de beijos quentes,
as caricías mais ousadas encobertas pela doce brisa da noite. Foi a confirmação.
O nosso caminho estava traçado. Quantos momentos assim depois vivemos?...muitos.
Depois metade de mim foi a partida...a outra metade a saudade. A separação dolorosa.
Depois foi o voltar a acreditar de que quando se ama verdadeiramente nunca se perde.
E esperar pelo reencontro com a própria vida... o reencontro com o próprio momento.
O momento que vai trazer de novo o gosto perdido dos beijos de amor... o calor
dos teus braços inesqueciveis...o eco das tuas palavras...a vida dentro da própria vida.
Falta pouco meu amor. Falta uma mão cheia de dias...uma mão cheia de desejos...
uma mão cheia de olhares. Tenho vontade de te abraçar. E, neste momento, quero
dizer-te que desisti de desistir de te amar. Porque tu és a vida ...tu és o amor.
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